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terça-feira, setembro 11, 2012

LUIS VAZ DE CAMÕES


A TRAJETÓRIA DE LUÍS VAZ DE CAMÕES
Com a revolução comercial vivida pela Europa, Portugal destacou-se em sua economia em virtudes das Grandes Navegações, e expandindo-se em cultura, linguagem, povo. Contudo precisava de alguém capaz de registrar sua nacionalidade por meio de poemas capazes de demonstrar com sentimento a beleza da nacionalidade do país. Para esta função, destacou-se o escritor Luís Vaz de Camões (1525-1580), onde escrevia especialmente poemas épicos, clássicos, teatros e rimas, implantando seus aprendizados quando criança, criado na nobreza europeia.                         
                  
A vida de Camões nem sempre foi um mar de rosas, como quando criado em Lisboa (capital de Portugal). Turbulentamente precisou encarrar guerras como a do norte da África onde perdeu um olho e foi exilado por dezessete anos, porém toda essa experiência de vida serviu para motivá-lo a escrever belos poemas:
“Verde são os campos,
Da cor de limão:
                Assim são os olhos
                Do meu coração [...]”.
(VERDE SÃO OS CAMPOS, Luís de Camões).

Luís de Camões estudou na universidade de Coimbra, frequentou a corte de Dom Pedro III, vivendo de forma clássica e agitada, convivendo paralelamente entre a nobreza e os bordéis.
Entre as poucas cartas encontradas, escrita por Camões, demonstra seu espirito poeta, dentre elas, pode-se identificar descrições de sua vida social em Lisboa pecados, e costumes atacando a Hipocrisia da vida no campo. Uma dessas cartas Camões enviou à Índia, onde ao contrário do que imaginou foi horrorizado principalmente pela frase:
“DA TERRA VOS SEI DIZER QUE É MÃE DE VILÕES RUINS E MADRASTA DE HOMENS HONRRADOS”.
PRINCIPAIS OBRAS:
ü  1572- Os Lusíadas;
ü  1595- O amor é o fogo que arde sem se ver;
ü  1595- Verde são os campos;
ü  1595- Alma minha gentil, que te partiste;
ü  1595- Quem diz que é Amor é falso ou enganoso;
ü  1587- Alto de Filodemo;
ü  1587- Anfitriões.
Infelizmente as pessoas capazes de acrescentar coisas boas à sociedade não são eternas na Terra. Luís Vaz de Camões faleceu em 1580 deixando suas obras traduzidas para diversos idiomas como, espanhol, inglês, francês, italiano entre outros.

Alunos: Maicon, Renan, Antônio e Lucas M.
Série 1º. ano II

OS LUSÍADAS


Os Lusíadas
 Foi a principal  e maior  obra de Luís Vaz de Camões , considerado um dos maiores poetas da língua portuguesa. Um dos principais objetivos do autor nesse poema era  resgatar a grandiosidade portuguesa já que nesse período estava em decadência . Camões fez em os Lusíadas uma crítica direta a burguesia e ao rei, disse que nas grandes navegações de Vasco da Gama o povo é quem navega e morre, enquanto  o rei e a burguesia dividem entre si os lucros.
Os Lusíadas são uma epopeia de imitação porque seguem o modelo estabelecido, na Antiguidade, pelos poemas homéricos. Temos abaixo um trecho, de Os Lusíadas.

 Canto I

 As armas e os Barões assinalados
Que da Ocidental praia Lusitana
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana,
Em perigos e guerras esforçados
Mais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram
Novo Reino, que tanto sublimaram;
E também as memórias gloriosas
Daqueles Reis que foram dilatando
A Fé, o Império, e as terras viciosas
De África e de Ásia andaram devastando,
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Morte libertando,
Cantando espalharei por toda parte,


                                                                            Se a tanto me ajudar o engenho e arte.

 Publicado pela primeira vez em  1572, no período literário do classicismo.  É  o maior poema épico da língua portuguesa. A estrutura de Os Lusíadas é dividido em dez cantos (canto é a maior unidade de composição da epopeia, estando para este gênero como o capítulo está para o romance) que apresentam no total mil cento e duas estrofes organizadas em oitava rima (ABABABCC). Ao todo são oito mil oitocentos e dezesseis versos decassílabos. O herói da epopeia era o navegador Vasco da Gama, em seguida vinha também o caráter heroico do povo lusitano.
 Para entendermos um pouco mais sobre o titulo do poema, Lusíadas significa Lusitanos que são os próprios lusos, em sua alma como em sua ação. E como tema Camões escolheu contar a história de Portugal.
 Dentro do poema as principais ações era a viagem de Vasco da Gama e sua frota do caminho marítimo para a Índia, ponto principal era a glorificação do povo português . Na epopeia os heróis lusitanos recebem o auxilio dos deuses Vênus e Marte. Com a viagem completa Camões faz lembrar o Brasil, recém-descoberto naquela época.
O poema de Camões era divido em cantos, os cantos eram divididos em cinco etapas:
·         Proposição: apresentação do poema, identificação do tema e do herói.
·         Invocação: são as musas escolhidas, são as Tágides.
·         Dedicatória: ele dedica a D. Sebastião, rei de Portugal.
·         Narração: desenvolvimento do tema, com relato dos episódios da viagem de Vasco da Gama e com reconstituição da história passada dos reis portugueses.
·         Epílogo: Encerramento  do poema.


     E. E. B. Dr. Frederico Rolla.
Alunos: Andressa Voss, Anna Paula,Leticia Fernanda e Fernanda
Professor: Ricardo Luís Mees.
Matéria : Português.           

OS LUSÍADAS


LUSÍADAS
  
Obra poética do escritor Luís Vaz de Camões, considerada a epopeia portuguesa, provavelmente concluída em 1556, foi publicada pela primeira vez em 1572 no período literário do classicismo, três anos após o regresso do autor do Oriente.


Estrutura: A estrutura externa refere-se à análise formal do poema: número de estrofes, número de versos por estrofe, número de sílabas métricas, tipos de rimas, ritmo, figuras de estilo, etc. Possui dez cantos, que possuem 1102 estrofes, são organizadas em oitava rima (ABABABCC) e que perfazem 8816 versos, todos decassílabos. A leitura do poema, porém, revela também o caráter heroico do povo lusitano.
As armas e os barões assinalados A
Que, da ocidental praia lusitana, B
Por mares nunca de antes navegados A
Passaram ainda além da Taprobana, B
Em perigos e guerras esforçados, A
Mais do que prometia a força humana, B
E entre gente remota edificaram C
Novo reino, que tanto sublimaram.C
Os Lusíadas, Canto I, estrofe 1

A estrutura interna relaciona-se com o conteúdo do texto. Esta obra mostra ser uma epopeia clássica ao dividir-se em cinco partes:

Proposição: o poeta apresenta, em rápidas pinceladas, o assunto do poema: propõe-se a cantar os feitos de ilustres portugueses.
Invocação: a maneira dos antigos clássicos, que pediam auxilio aos deuses, Camões invoca as Tágides, musas que habitavam o Tejo, para que auxiliem a cantar condignamente os feitos lusos.
Dedicação ou oferecimento: o poeta oferece seu poema ao reis de Portugal, Dom Sebastião.
Narração: relata a viagem de Vasco da Gama, às Índias, em meio a peripécias de todo o tipo. No transcorrer desse relato Camões introduz episódios importantes na historia de Portugal.
Epílogo: no epílogo Camões apresenta-nos um quadro negativo: a pátria em ruínas e a miséria do povo.

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Tema: Toda a história de Portugal como se vê pelo titulo, já que lusíada é o neologismo que designa aos portugueses.
Os planos temáticos da obra são:

Plano da Viagem - onde se trata da viagem da descoberta do caminho marítimo para a Índia de Vasco da Gama e dos seus marinheiros;
Plano da História de Portugal - são relatados episódios da história dos portugueses;
Plano do Poeta - Camões refere-se a si mesmo enquanto poeta admirador do povo e dos heróis portugueses;
Plano da Mitologia - são descritas as influências e as intervenções dos deuses da mitologia greco-romana na ação dos heróis.

Ao longo da narração deparam-se nos vários tipos de episódios: bélicos, mitológicos, históricos, simbólicos, líricos e naturalistas.



Escola de Educação Básica Frederico Rolla.
Alunas: Leticia Kunz Kubiack, Scheila Jochem e Thais Jochem.
Professor: Ricardo Luís Mees.
1º ano do Ensino Médio.

CAMÕES


Luís de Camões, nasceu em 30 de novembro de 1524. nasceu em Coimbra ou Lisboa, não se sabe o local exato nem o ano de seu nascimento, supõe-se por volta de 1524.  Foi um poeta português. É autor do poema "Os Lusíadas", uma das obras mais importantes da Literatura portuguesa, que celebra os feitos marítimos e guerreiros de Portugal. É o maior poeta do Classicismo português.
    Filho de Simão Vaz de Camões e Ana de Sá e Macedo, ingressa no Exército da Coroa de Portugal e em 1547 embarca como soldado para a África, participa da guerra contra os Ceuta, no Marrocos, onde em combate perde o olho direito.

  Em 1552, de volta a Lisboa frequenta tanto os serões da nobreza como as noitadas populares. Numa briga feriu um funcionário real e foi preso. Embarca para a Índia em 1553, onde participa de várias expedições militares. Em 1554 camões  foi para Macau, então colônia portuguesa ,na china, atuar como provedor de defuntos e ausentes.
   Ao voltar para Lisboa,  Camões atuou como  poeta erudito do Renascimento, se inspira em canções ou trovas populares e escreve poesias que lembram as cantigas medievais. Revela em seus poemas uma sensibilidade para os dramas humanos, amorosos ou existenciais. A maior parte da obra lírica de Camões é composta de sonetos e redondilhas, de uma perfeição geométrica, sem abuso de artifícios, tudo parece estar no lugar correto.
  Luiz Vaz de camões foi considerado um dos maiores poetas da língua portuguesa. Em suas obras, imortalizou as glorias do seu povo, registrou de modo  sublime os sofrimentos amorosos, indagou sobre as inconstâncias e incertezas da vida. Luís Vaz de Camões morre em Lisboa, Portugal, no dia 10 de junho 1580, em absoluta pobreza.
A bagagem literária deixada pelo escritor é de inestimável valor literário. Ele escreveu poesias líricas e épicas, peças teatrais, sonetos que em sua maior parte são verdadeiras obras de arte.
Criador da linguagem clássica portuguesa,  teve seu reconhecimento e prestígio cada vez mais elevados a partir do século XVI. Faleceu em Lisboa, Portugal, no ano de 1580. Seus livros vendem milhares de exemplares atualmente, sendo que foram traduzidos para diversos idiomas (espanhol, inglês, francês, italiano, alemão entre outros). Seus versos continuam vivos em diversos filmes, músicas e roteiros.
Obras de Camões
1572- Os Lusíadas

Lírica
1595 - Amor é fogo que arde sem se ver
1595 - Eu cantarei o amor tão docemente
1595 - Verdes são os campos
1595 - Que me quereis, perpétuas saudades?
1595 - Sobolos rios que vão
1595 - Transforma-se o amador na cousa amada
1595 - Sete anos de pastor Jacob servia
1595 - Alma minha gentil, que te partiste
1595 - Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
1595 - Quem diz que Amor é falso ou enganoso

Teatro
1587 - El-Rei Seleuco.
1587 - Auto de Filodemo.
1587 - Anfitriões
Podemos concluir que Camões, apesar de todas as dificuldades que atravessou ao longo da vida, podemos considerá-lo como o pai da poesia portuguesa, pelo verdadeiro talento que Demonstrou ter.

E. E. B. Dr. Frederico Rolla.
Alunos: Mickael, Alexandre e Júlio
Professor: Ricardo Luís Mees.
Matéria : Português.        

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